quinta-feira, 5 de março de 2015

Mestre Zé Bebinho


Quem morou em nossa cidade pelos idos dos anos 60,70 até meado dos anos 80, conheceu Zé bebinho, do mais rico ao mais pobre, do padre ao juiz, todos os bom-conselhenses que viveram nesta época conheceram Zé bebinho, esta história revela um final surpreendente. Um bom mestre exigente e respeitado Zé bebinho sempre teve um bom afeto com o samba. Bebe cachaça e fuma charuto.Saravá o Mestre Zé Bebinho!

Pontos do Mestre Zé Bebinho

'' é no clarão do sol,
é no raiar da lua,
salve zé bebinho,
zé bebinho meio da rua''

''Eu vou deixar de beber,
cachaça é um veneno,
eu vou deixar de beber,
mais é num copo pequeno''

''Eu venho da cidade do acais,
pra que mandou me chamar?
Abriu-se os portões da jurema, pra zé bebinho passar,
meu mestre quem foi que lhe disse que nessa mesa eu não vou triunfar?
eu passei pela minha cidade tô pronto pra trabalhar''





Mestra Maria Galega

Mestra Maria Galega é uma mestra um pouco recente, que deixou de estudar para trabalhar na zona pra sustentar seus pais. Adora uma zona e quando se apresenta fala: ''CHEGUEI, PARA PROTEGER MEUS FRANGOS, MINHAS PUTAS, MEUS PENAS DE CALÇAS E MEUS SAPATÃO''. É uma mestra  esquerdeira e que ama ser chamada de PUTA. Em Pernambuco á única e uma das mais respeitada na jurema á Juremeira Mãe Quinha filha de seu Heleno Juremeiro da Mustardinha- PE, é quem trabalha com essa mestra de muito axé.
Salve a Mestra Maria galega!

PONTOS DA MESTRA MARIA GALEGA

''Puta foi minha mãe,
  Puta foi minha avó,
 No meio das duas putas,
 Maria Galega é a maior

Se quise imitar, imite,
do teu riso eu tenho dó,
não se esqueça meu amigo,
Maria Galega é a maior'',
 

''Ô jurema arreia o galho pra eu poder me balançar,
meu amor aqui pertinho e eu não posso mais amar,
choro me balaçando pra eu poder me consolar,
ô de dentro, ô de fora,
menina me diz quem é,
é o cravo, é a rosa, é Maria Galega mulher''.





Malunguinho

No culto da Jurema, Malunguinho é uma entidade de grande poder, que se manifesta de três formas bastante distintas: Exu, Caboclo e Mestre. O primeiro representa o mensageiro, fazendo o elo de ligação da linha da Jurema com as pessoas. O segundo é a figura do guia, o principal protetor dos iniciados no culto. O terceiro representa alguém que teve existência real na terra.
A Jurema, segundo o pesquisador Hildo Leal da Rosa, é um culto religioso de origem indígena (existe no Brasil desde o século 16), mas que também carrega elementos afros (negros) e cristãos (brancos). “Malunguinho é uma entidade que fala pouco e não demora muito quando incorpora. Suas palavras são meio truncadas, como uma criança falando, e a língua mistura português com outro idioma”, diz Hildo Leal.
Durante o culto, as mensagens trazidas pela entidade são repassadas a um médium. “Quando a pessoa está com um problema sério e precisa de uma proteção grande, uma das primeiras entidades chamadas para ajudar é Malunguinho”, diz o pesquisador. Traduzido como um Exu muito forte, Malunguinho também é invocado nas cerimônias para levar embora os outros exus.
Antes de começar as cerimônias, o grupo sempre pede proteção a Malunguinho. “Isso é uma história muito bonita. O povo pega um herói popular que existiu de verdade, guerreiro, líder dos negros e o coloca no olimpo das divindades”, acrescenta o historiador Marcus Carvalho. Várias cantigas usadas no culto da Jurema citam a figura de Malunguinho. Lembrando que o Rei Maluguinho se apresenta como Caboclo, Mestre e Exú.


Ponto de Malunguinho

" Eu firmei meu ponto, sim
No meio da mata, sim
Salve a corôa, sim
Do Rei Malunguinho"

''Sobonirê, sobonirêmafá,
sobonirêmafá, malunguinho sobô
me corra, me corra, me corra malunguinho
mais com as sete encruzilhadas no caminho''






Mestres da Jurema

Ao que parece o termo mestre é de origem portuguesa, onde tinha o sentido tradicional de médico, ou segundo Câmara Cascudo de feiticeiro.
De forma geral, os mestres são descritos como espíritos curadores de descendência escrava ou mestiça (índio com negro ou branco com uma das duas outras raças).
Dizem os juremeiros que os mestres foram pessoas que, quando em vida, trabalharam nas lavouras e possuíam conhecimento de ervas e plantas curativas.
Por outro lado, algo trágico teria acontecido e eles teriam “se passado” (morrido), se encantando, podendo assim voltar para “acudir” os que ficaram “neste vale de lágrimas”.
Alguns deles se iniciaram nos mistérios e “ciência” da Jurema antes de morrer, como o mestre Inácio ou Maria do Acais e toda a linhagem de catimbozeiros de Alhandra, que após um ritual denominado “lavagem” ganham um lugar nas cidades espirituais e passam a incorporar nos discípulos que formaram.
Outros adquiriram esse conhecimento no momento da morte, pelo fato desta ter acontecido próximo a um espécime da árvore sagrada.
No panteão juremista, existem vários mestres e mestras, cada qual responsável por uma atividade relacionada aos diversos campos da existência humana (cura de determinadas doenças, trabalho, amor…).
Há ainda aqueles especialistas em fazer trabalhos contra os inimigos. Nas mesas, as representações das entidades relacionadas nesta categoria são as mais elaboradas, geralmente possuindo o estado completo e a “jurema plantada“; em especial a do “mestre da casa”, aquele que incorpora no juremeiro, faz as consultas e iniciam os afilhados nos segredos do culto. Por tudo isso esse mestre é carinhosamente chamado de “meu padrinho“.
Cada mestre está associado a uma cidade espiritual e a uma determinada planta de “ciência” (angico, vajucá, junça, quebra-pedra, palmeira, arruda, lírio, angélica, imburana de cheiro e a própria Jurema, entre outros vegetais), existindo ainda alguns relacionados a fauna nordestina (mamíferos – guará, preá; aves – gavião, periquito, arara, pitiguarí; insetos – abelhas, besouro mangangá; répteis).
Para os mestres relacionados a uma outra planta que não a Jurema, são estas plantas (quando árvores) que tem seus trocos plantados nas mesas dos discípulos.

NOMES DOS MESTRES

 ZÉ BEBINHO
ZÉ PRETINHO
ZÉ PILINTRA
ZÉ FILINTRA
ZÉ DOS ANJOS
ZÉ DAS ROSAS
ZÉ DA VIRADA
ZÉ FERREIRO
MANOEL MAIOR
SINBAMBA
MAJOR DO DIA
CARLOS
QUEBRA PEDRA
JUNQUEIRO
BOIADEIRO
ENTRE OUTROS MESTRES.

                                                                                            ZÉ PILINTRA


Caboclos e Caboclas

 As entidades assim denominadas que se apresentam nos terreiros de umbanda são espíritos com um certo grau espiritual de evolução.
São considerados espíritos de índios que já morreram e que viraram guias de luz que voltam à Terra para prestar a caridade ao próximo. Ou almas de pessoas que assumiram a roupagem fluídica de caboclo como instrumento de ideal. São da Linha das Matas.
Apresentam-se altaneiros, dando o seu grito de guerra e gesticulando como se lançassem suas flechas. Normalmente seus conselhos visam a melhorar o ânimo dos mais necessitados. A imagem quase sempre condiz com a figura do bom selvagem romantizado, belo, puro, nobre e arrojado. São espíritos sérios e bastante contidos. Normalmente os consulentes os tratam com muito respeito e até algum temor.
Geralmente se utilizam de charutos para provocar a descarga espiritual de seu médium e também do seu consulente. Alguns assoviam, outros bradam no ato da incorporação. Costumam ser bastante sérios nos seus conselhos. São considerados, portanto, grandes trabalhadores dos terreiros.

NOMES DOS CABOCLOS 
Caboclo Aguia Branca
Caboclo Aguia azul
Caboclo Aguia da Mata
Caboclo Aimberê
Caboclo Aimoré Caboclo
Caboclo Akuan
Caboclo Aquinauã
Caboclo Araguari
Caboclo Arapongas
Caboclo Arapuã
Caboclo Araraguara
Caboclo Araribóia
Caboclo Araúna
Caboclo Araúna
Caboclo Areia Branca
Caboclo Arranca Toco
Caboclo Arruda
Caboclo Barra Preta
Caboclo Beira-Mar
Caboclo Boiadeiro
Caboclo Boiadeiro Sete Colinas
Caboclo Bororó
Caboclo Brogotá
Caboclo Bugre
Caboclo Cachoeira Branca
Caboclo Caiçara
Caboclo Caramuru
Caboclo Cariborá
Caboclo Carijó
Caboclo Cariri
Caboclo Catumbi
Caboclo Caçador
Caboclo Chico Jibóia
Caboclo Cipó
Caboclo Cobra Coral
Caboclo Concha Dourada
Caboclo Coração da Mata
Caboclo Corisco
Caboclo da Bandeira
Caboclo da Cachoeira
Caboclo da Campina
Caboclo da Lua
Caboclo da Manhã
Caboclo da Margem do Rio
Caboclo da Mata
Caboclo da Pedra
Caboclo da Rocha
Caboclo da Samambaia
Caboclo das Pedras
Caboclo das Sete Encruzilhadas
Caboclo do Fogo
Caboclo do Mar
Caboclo do Mucano
Caboclo do Oriente
Caboclo do Pé da Serra
Caboclo do Sol
Caboclo do Vento
Caboclo Eru
Caboclo Estrela
Caboclo Estrela Guia
Caboclo Flecha Certeira
Caboclo Flecha Dourada
Caboclo Flecha Ligeira
Caboclo Flecheiro
Caboclo Folha Seca
Caboclo Folha Verde
Caboclo Gentil
Caboclo Gira Mundo
Caboclo Girassol
Caboclo Guajajara
Caboclo Guaracy
Caboclo Guarani
Caboclo Guará
Caboclo Humaitá
Caboclo Iara
Caboclo Jacurundá
Caboclo Jatobá
Caboclo Jibóia
Caboclo Junco Verde
Caboclo Jupirambá
Caboclo Jupê
Caboclo Jurema da Mata
Caboclo Jurema do Mar
Caboclo Juremero
Caboclo Jurupari
Caboclo Kauan
Caboclo Lage Grande                                             Caboclo Latan
Caboclo Laçador
Caboclo Linho
Caboclo Lua Branca
Caboclo Lírio
Caboclo Lírio Branco
Caboclo Lírio Verde
Caboclo Lírio Verde
Caboclo Mata Verde
Caboclo Mata Virgem
Caboclo Monte Azul
Caboclo Morubixaba
Caboclo Nuvem Branca
Caboclo Ogum
Caboclo Olho de Águia
Caboclo Orié
Caboclo Oxóssi
Caboclo Pedra Branca
Caboclo Pedra Negra
Caboclo Pedra Preta
Caboclo Pedra Roxa
Caboclo Pena Azul
Caboclo Pena Branca
Caboclo Pena Dourada
Caboclo Pena Roxa
Caboclo Pena Verde
Caboclo Pena Vermelha
Caboclo Pery
Caboclo Piraí
Caboclo Potiguara
Caboclo Quenquelê
Caboclo Ritumba
Caboclo Rompe Mato
Caboclo Rompe Nuvem
Caboclo Roxo
Caboclo Samambaia
Caboclo Serra Grande
Caboclo Serra Negra
Caboclo Sete Bandeiras
Caboclo Sete Cachoeiras
Caboclo Sete Espadas
Caboclo Sete Estrelas
Caboclo Sete Estrelas do Mar
Caboclo Sete estrelas da Marola
Caboclo Sete Flechas
Caboclo Sete Flechas de Ouro
Caboclo Sete Folhas
Caboclo Sete Folhas Verdes
Caboclo Sete Folhas da Mata Virgem
Caboclo Sete Lagoas
Caboclo Sete Lanças
Caboclo Sete Luas
Caboclo Sete Matas
Caboclo Sete Montanhas
Caboclo Sete Montanhas
Caboclo Sete Ondas
Caboclo Sete Pedreiras
Caboclo Sete Penas Caboclo
Caboclo Sete Ponteiras do Ma
Caboclo Sete Ventanias
Caboclo Seu Braúna
Caboclo Suarê
Caboclo Sucuri
Caboclo Sultão das Matas
Caboclo Surucutinga
Caboclo Tamandaré
Caboclo Tapuia
Caboclo Terra Roxa
Caboclo Terra Umida
Caboclo Tibiriçá
Caboclo Treme-Terra
Caboclo Tronco do Ipê
Caboclo Tucuarê-Peti
Caboclo Tucumã
Caboclo Tucuruvú
Caboclo Tupaibá
Caboclo Tupi
Caboclo Tupi-Mirim
Caboclo Tupinambaia
Caboclo Tupinambá
Caboclo Tupiniquim
Caboclo Tupyara
Caboclo Tupã
Caboclo Ubiraci
Caboclo Ubirajara
Caboclo Ubirajara Peito de Aço
Caboclo Urubatão da Guia
Caboclo Urucutum
Caboclo Urupuanã
Caboclo Ventania
Caboclo Vira Mundo
NOMES DAS CABOCLAS
Cabocla Araci - Cabocla Brava Cabocla – Cabocla Caçadora – Cabocla Diana da Mata - Cabocla Estrela de Cristal – Cabocla Guaraciara – Cabocla Inaê – Cabocla Indaiá – Cabocla Iracema Flecheira – Cabocla Itapotira – Cabocla Jacira – Cabocla Jandira – Cabocla Jandira Flecheira – Cabocla Jandirá – Cabocla Jarina – Cabocla Jupiara – Cabocla Jupira – Cabocla Jurema -Cabocla Jurema Flecheira – Cabocla Jurema do Rio – Cabocla Juremera – Cabocla Jussara – Cabocla Mariana – Caboclinha da Mata - Cabocla Jaciara - Cabocla Jassira






 

Os Iluminados

Pretos velhos e Pretas-velhas são entidades de umbanda, espíritos que se apresentam em corpo fluídico de velhos africanos que viveram nas senzalas, majoritariamente como escravos que morreram no tronco ou de velhice, e que adoram contar as histórias do tempo do cativeiro. São divindades purificadas de antigos escravos africanos. Sábios, ternos e pacientes, dão o amor, a fé e a esperança aos "seus filhos".
O preto velho, na umbanda, está associado aos ancestrais africanos, assim como o caboclo está associado aos índios e os baiano aos imigrantes nordestinos.
São entidades que tiveram, pela sua idade avançada, o poder e o segredo de viver longamente através da sua sabedoria, apesar da rudeza do cativeiro demonstram fé para suportar as amarguras da vida, consequentemente são espíritos guias de elevada sabedoria geralmente ligados à Confraria da Estrela Azulada dentro da Doutrina Umbandista do Tríplice Caminho (AUMBANDHAM - alegria e pureza + fortaleza e atividade + sabedoria e humildade), trazendo esperança e quietude aos anseios da consulência que os procuram para amenizar suas dores, ligados a vibração de Omolu, são mandingueiros poderosos, com seu olhar prescrutador sentado em seu banquinho, fumando seu cachimbo, benzendo com seu ramo de arruda, rezando com seu terço e aspergindo sua água fluidificada, demandam contra o baixo astral e suas baforadas são para limpeza e harmonização das vibrações de seus médiuns e de consulentes. Muitas vezes se utilizam de outros benzimentos, como os utilizados pelo Pai José de Angola, que se utiliza de um preparado de "guiné" (pedaços de caule em infusão com cachaça) que coloca nas mãos dos consulentes e solicita que os mesmos passem na testa e nuca, enquanto fazem os seus pedidos mentalmente; utiliza-se também de vinho moscatel, com o que constantemente brinda com seus "filhos" em nome da vitória que está por vir.
São os mestres da sabedoria e da humildade. Através de suas várias experiências, em inúmeras vidas, entenderam que somente o amor constrói e une a todos, que a matéria nos permite existir e vivenciar fatos e sensações, mas que a mesma não existe por si só, nós é que a criamos para estas experiências, e que a realidade é o espírito. Com humildade, apesar de imensa sabedoria, nos auxiliam nesta busca, com conselhos e vibrações de amor incondicional. Também são mestres dos elementos da natureza, a qual utilizam em seus benzimentos.

NOMES DAS PRETAS - VELHAS
Vovó Arruda – Vovó Benedita – Vovó Cachimba – Vovó Cambina do Congo – Vovó Cambinda – Vovó Catarina – Vovó  – Catarina D’Angola – Vovó Catarina d’Aruanda – Vovó Cigana – Vovó Emília – Vovó Gracinda Africana – Vovó Jacira – Vovó Joana – Vovó Josefa – Vovó Luiza – Vovó Luiza da Praia – Vovó Luzia – Vovó Luíza – Vovó Maria Antônia – Vovó Maria Conga – Vovó Maria Preta da Bahia – Vovó Maria Quitéria – Vovó Maria Redonda – Vovó Maria Rita – Vovó Maria Rosa – Vovó Maria do Rosário – Vovó Raimunda – Vovó Rita da Bahia – Vovó Severina – Vovó Teresa do Congo – Vovó Zeferina
Vó Anastácia – Vó Benedita – Vó Benta – Vó Isaura – Vó Josefina ou Vó Zefina – Vó Juliana – Vó Justina – Vó Luzia do  – Rosário – Vó Maria – Vó Maria Chica – Vó Maria Cândida – Vó Nana – Vó Rita – Vó Rosa de Angola – Vó Sabina – Vó Serafina - Vovó Elza - Vovó Osmerinda.

NOME DOS PRETOS - VELHOS
João Baiano – João Marambaia – Mestre Cipriano – Nego Velho do Congo – Pai Ambrósio – Pai Amin – Pai Andre de mina -Pai Andre do Congo – Pai Antônio de Angola – Pai antonio das Almas – Pai Benedito – Pai Benedito da Angola – Pai Benedito da Guiné – Pai Benedito do Congo – Pai Benguela – Pai Carrero – Pai Chico – Pai Cipriano – Pai Congo – Pai Domicio – Pai Euclides – Pai Fabricio – Pai Felipe – Pai Fernando de Guiné – Pai Francisco – Pai Fulgêncio da Guine – Pai Gregório – Pai Guiné  -Pai Horacio.

A Jurema Sagrada


 como tradição mágica religiosa é uma tradição nordestina que se iniciou com o uso da jurema pelos indígenas da região norte e nordeste do Brasil, tendo sofrido influências de variadas origens, da feitiçaria europeia à pajelança, xamanismo indígena, passando pelas religiões africanas, pelo catolicismo popular, e até mesmo pelo esoterismo moderno, psicoterapia psicodélica e pelo cristianismo esotérico. No contexto do sincretismo brasileiro afro-ameríndio, a presença ou não da jurema como elemento sagrado do culto vem estabelecer a diferença principal entre as práticas da umbanda e do catimbó. A prática é ainda um assunto pouco estudado.